Nossos esforços estão voltados para assegurar através de oferta de produtos e serviços desenvolvidos de acordo com a necessidade específica de cada segmento, dando destaque ao Seguro Automóvel, Empresarial, Residencial"

Nossos esforços estão voltados para assegurar através de oferta de produtos e serviços desenvolvidos de acordo com a necessidade específica de cada segmento, dando destaque ao Seguro Automóvel, Empresarial, Residencial"

Cantora vai lançar novo álbum, "Equilibrium", no próximo dia 16 de abril
Por Leonardo Ribeiro — Rio de Janeiro
Atração do "Domingão com Huck" do último domingo, dia 5, Anitta embalou o programa com hits de sucesso e amostras do que vem por aí em "Equilibrium", o novo álbum de estúdio dela previsto para lançar dia 16 de abril. Uma das músicas, "Meia-noite", tem várias referências ao candomblé, com uma batida envolvente característica dos hits da artista. E o que era para ser apreciado como uma performance na TV, virou motivo para diversos ataques à cantora nas redes sociais. O motivo? Intolerância religiosa.
Tanto no perfil do "Domingão" no Instagram, como no X, determinados espectadores classificaram até como "afronta" por uma apresentação de Anitta ter sido escolhida para o domingo de Páscoa. Fãs da popstar saíram em defesa, reforçando que ela não estava atacando ninguém. Só cantou. No próprio perfil, a estrela da noite evitou comentar as possíveis polêmicas, mas repostou uma mensagem:
"Jesus ressuscitou. Ele está presente em todos os lugares, menos no seu discurso violento, criminoso e cheio de intolerância religiosa", diz o texto.
Em conversa com Luciano Huck, Anitta explicou o conceito do novo álbum, "Equilibrium". "Não é só mistura de ritmos, de músicas que falam de amor, amor próprio, autoconhecimento, mas também fala de religiosidade, espiritualidade em todas as suas vertentes. Não só da que eu sigo, mas todo tipo de crença, de fé, em Deus, em nós mesmos", disse a cantora.
fonte:https://extra.globo.com/
Instituto Nacional de Câncer aponta que dados orientam planejamento de políticas públicas e ações no SUS

A publicação Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil do Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o Brasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano até 2028. A projeção cai para 518 mil casos anuais quando excluídos os tumores de pele não melanoma, de alta incidência, mas baixa letalidade. Os dados foram divulgados no Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, no edifício-sede do Instituto, no centro do Rio de Janeiro.
Conforme o INCA, as previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil. Os dados demonstram, ainda, que os casos de câncer se aproximam dos registros de doenças cardiovasculares e pode seguir como desafio central para o SUS nas próximas décadas.
O Instituto afirma que os números refletem o envelhecimento da população, desigualdades regionais e desafios que persistem em relação ao acesso à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado.
A Estimativa é elaborada e divulgada pela Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do INCA a cada três anos. O objetivo é apoiar o planejamento e a vigilância em saúde no curto prazo. Na avaliação do INCA, os dados da pesquisa orientam o planejamento de políticas públicas e de ações a serem realizadas no âmbito do SUS.
Os dados focam nos tumores de maior magnitude epidemiológica e relevância na saúde pública.
Entre os homens, os cinco tipos de câncer mais incidentes são os de próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral.
Confira a incidência entre os homens:
Já entre as mulheres, predominam os cânceres de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide.
Confira a incidência entre as mulheres:
Em ambos os sexos, o câncer de pele não melanoma permanece como o mais frequente. Os dados desse tipo de câncer são apresentados separadamente em função da alta incidência de casos e baixa letalidade.
Pela publicação, os cânceres com grande potencial de prevenção e detecção precoce são do colo do útero e o colorretal.
Estimativas mostram também diferenças regionais em relação à incidência de diagnósticos. De acordo com o INCA, as diferenças observadas refletem desigualdades nos padrões de comportamento dos indivíduos, no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.
A análise considerou fatores socioeconômicos, ambientais, comportamentais e ao acesso desigual aos serviços de saúde.
Confira o recorte regional de indecência:
Em nota, o chefe da Divisão de Vigilância e Análise de Situação da Conprev, Luís Felipe Martins, destacou que as estimativas publicadas em diferentes edições não devem ser comparadas diretamente entre si. A justificativa é de que as informações não se destinam à construção de séries históricas de incidência, já que as fontes de informação, como os Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), vêm apresentando avanços em cobertura, qualidade dos dados e redução de sub-registros.
O INCA orienta que a população tome algumas inciativas para a prevenção contra o câncer, com chance de aumentar as possibilidades de cura e redução da mortalidade. Por exemplo, a vacinação contra o HPV – que previne câncer do colo do útero.
O controle do tabagismo também é indicado como como uma das medidas mais eficazes de prevenção de diferentes tipos de câncer, além de evitar o consumo de álcool.